Budapeste e Bratislava

A INSPIRAÇÃO

Conhecer um pouco mais do leste europeu. Conheci Praga no ano de 2007 e desde então Budapeste e Viena estão na minha whish list de viagens. Além disso tenho uma amiga que morou em Budapeste e que me falou muito bem da cidade. Então, assim que comprei as passagens, entrei em contato com ela para pegar muitas … muitas dicas. Durante o planejamento acabei descobrindo que a forma mais econômica de retornar à Roma seria com a Ryanair a partir de Bratislava e assim, além de Budapeste, acabei incluindo a capital da Eslováquia  no roteiro.

Ponte Lanchid

O ROTEIRO

Cheguei em Budapeste exatamente no dia 24 de dezembro de 2011. O planejamento? Seis dias e cinco noites por lá e depois duas noites e praticamente um dia em Bratislava.

SE DESLOCANDO

Cheguei em Budapeste com um voo da Wizz Air a partir do aeroporto de Milano Bergamo. A WizzAir é uma companhia low-cost polonesa com a qual ainda não tinha viajado. Além dos cuidados normais que temos que ter com as low-costs ela tem uma coisa chatinha, que por exemplo não exige a EasyJet ou a Blu-Express, que é a necessidade de fazer o web check-in, isto é, você deve fazer seu web check-in e se por acaso não conseguir paga em torno de 7 euros para que seja feito no aeroporto. Então, nem preciso dizer, que em pleno 24 de dezembro foi um sufoco encontrar um internet point (como os italianos chamam as lan houses) aberto em plena estação de trens de Milano Centrale. A sorte foi que o hotel tinha uma impressora e quebrou um galho, mas como a impressão não estava boa ainda tinha dúvidas se seria possível ler o código de barras, impresso com pouca qualidade. Ainda bem que deu tudo certo e serviu de lição para fazer o web check-in da Ryanair tão logo possivel pois a Ryanair, se você não o faz, cobra 40 euros por pessoa.

Todo o deslocamento em Budapeste foi feito usando o metro ou caminhando. Como ficamos hospedados no Oktogon tenho a impressão que acabei fazendo mais uso do metro do que se estivéssemos no centro. De qualquer forma a cidade é pequena e muito bem servida pelo transporte público. Acho que basta dizer que o primeiro metro da Europa Continental foi construído ali e que está em funcionamento até hoje.

Estação do Metro, linha mais antiga Europa Continental

Estação do Metro, linha mais antiga Europa Continental

O vagão

O único problema foi a chegada no dia 24 de dezembro depois das 14 horas da tarde. Ao chegarmos seguimos á risca as instruções que encontrei na página do hotel, compramos o ticket do ônibus para ir até o metro porém quando chegamos demos com a cara na porta, naquele dia o metro fechava mais cedo. Depois de algumas tentativas frustadas de comunicação um motorista que falava muito pouco de inglês nos indicou um ônibus, e depois, dentro do ônibus, um estudante húngaro disse onde deveríamos descer para pegar o próximo ônibus em direção ao centro. Chegando ali, mais uma vez nada de ônibus, e, mais uma vez, para nossa sorte, encontramos um italiano que morava nos arredores de Budapeste que praticamente levou a gente e um outro casal de italianos até a estação de ônibus mais próxima do nosso hotel. Depois de 3 horas, ufa, chegamos!!!

Para se deslocar de Budapeste à  Bratislava, como não é possível comprar os tickets de trem com antecedência pela internet e, não queria arriscar em função da data da viagem (29 de dezembro), resolvi comprar as passagens de ônibus e gostei muito do serviço. Consegui essa dica graças ao trip advisor, estava com um pouco de receio mas resolvi encarar. A agência de ônibus chama-se Student Agency e é uma agência Tcheca que liga Budapeste à Praga parando em Bratislava. A viagem foi ótima, 2 horas e 15 minutos, com direito a filme em inglês, seriados do friends e serviço de bordo. O ônibus muito bom e moderno. O bilhete foi comprado pela internet e custou 7 euros.

Onibus Student Agency de Budapeste a Bratislava

Onibus Student Agency de Budapeste a Bratislava

Onibus Student Agency de Budapeste a Bratislava

Onibus Student Agency de Budapeste a Bratislava

O único problema aqui foi que chegamos em um local diferente do que pensávamos que chegaríamos e sendo assim não tínhamos as coordenadas de como ir até o hotel. Depois de tentativas de comunicação com a senhora que vendia o ticket do ônibus conseguimos entender aonde deveríamos ir e que ônibus deveríamos pegar. Uma vez no ônibus, na linha quem tem boca vai a Roma, descobrimos o próximo tram e onde descer. De qualquer forma a cidade é pequena e mesmo com esse probleminha em 45 minutos já estávamos no hotel.

O retorno, de Bratislava à Roma, como citei antes, foi de Ryanair. Esperava um aeroporto grande que concentrasse diversos voos da Ryanair para capitais européias mas não foi bem assim, o aeroporto é novo e bem organizado porém pequeno e naquela manhã do nosso voo tinham poucos outros voos previstos. O aeroporto é também de muito fácil acesso. Do centro fomos de ônibus até a estação principal de trens e de lá pegamos o ônibus para o aeroporto. No total foi uma hora de deslocamento a um custo de 0,9 centavos de euro (custo do bilhete para uso do transporte publico por 90 minutos).

Bratislava é bem pequena, como eles mesmo dizem, the small-big capital in Europe, fizemos tudo a pé. Só peguamos ônibus ou tram da estação de ônibus até o hotel e do hotel ao aeroporto.

ACOMODAÇÃO

Depois da ótima experiência em Berlim. O EasyHotel Budapeste Oktogon foi nossa escolha sem pestanejar. Como não tinha conseguido encontrar um vídeo de algum quarto no youtube antes de viajar, justamente para controlar as expectativas, acabei fazendo um que está no link abaixo. Os preços deles em Budapeste são muito bons, o quarto maior porém o banheiro deixa um pouco a desejar visto que a área para o banho é pequena. No mais, nada de muito diferente daquilo que já tinha comentado sobre eles em Berlim, isto é, um ótimo serviço a um preço muito em conta e com uma localização excelente. O EasyHotel também pode ser reservado pelo Booking.com.

EasyHotel Budapeste Oktogon

Em Bratislava não achei que existam tantas opções, tanto em matéria de opções mais econômicas quanto em numero de hotéis. Vi alguns hostels e hotéis fechados e devo dizer que a cidade estava cheia, até porque entrou nesse circuito do Leste Europeu devido a facilidade e bons preços para se acessar Viena, que não é servida por nenhuma companhia aérea low-cost. Ficamos no hotel Castle Pension (ex Eshel David), reservado através do Booking. Localizado a apenas alguns metros fora do centro antigo mas ainda assim bem localizado. O hotel era bom, com poucos quartos mas com muito conforto. Porém, sem dúvida, o melhor do hotel foi o restaurante. Na verdade uma cervejaria e restaurante kosher com uma comida e cerveja ótimas a preços muito convidativos.

Hotel Pension Castle

Restaurante do Hotel – Cervejaria ZámockáRestaurante do Hotel – Cervejaria Zámocká

Restaurante do Hotel – Cervejaria Zámocká

ENTRETENIMENTO

Budapeste tem muita coisa a oferecer e nos 6 dias em que fiquei ali consegui fazer os passeios mais do que tranquilamente.  Já Bratislava não tem muita coisa, as principais atrações são o Castelo, o Centro Antigo (que é pequeno) e um caminho pelo Danúbio assim, em apenas um dia se conhece tudo.

Castelo Bratislava

Vista do Danúbio do Castelo

Centro Historico Bratislava

Centro Historico Bratislava

Centro Historico Bratislava

Vista do Castelo a partir do Danubio

O Danubio, a ponte, o UFO e um dos tantos navios de cruzeiro que percorrem a regiao

Em Budaspeste o primeiro dia foi na verdade noite porque acabei chegando no hotel bem mais tarde do que imaginava devido ao fechamento do metro. E de qualquer forma em pleno dezembro anoitece muito cedo. Mesmo assim a noite da véspera do natal foi bacana. Passávamos próximo da Basílica de Santo Stefano quando deu meia-noite e os sinos começaram a baladar. Entramos na basílica, que estava lotada, e acompanhamos alguns minutos da missa em húngaro. Foi muito diferente pois nunca tinha passado a meia-noite da vigília de Natal dentro de uma igreja que dirá em uma basílica.

Bem em frente a basílica, um mercadinho de natal aberto com um bom número de turistas fazendo a ceia de natal nas suas barraquinhas.

Basílica de Santo Stefano

Mercadinho de Natal

Aliás chamar de barraquinha é sacanagem porque a infra-estrutura deles é de alto nível. Aproveitamos muito essas feiras para conhcer a comida típica húngaras e fazer almoços mais rápidos. Abaixo alguns registros dos mercadinhos e das comidas típicas.

Mercadinhos de Natal Budapeste

Mercadinhos de Natal Budapeste

Mercadinhos de Natal Budapeste – O vinho quente, MUITO BOM!

Mercadinhos de Natal Budapeste – Frango com Paprica e sour cream…Amazing!

No segundo dia começamos conhecendo o parque Városliget. Sabia que alí ficavam os banhos/piscinas com águas termais Szécheny Széchenyi e a pista de patinação no gelo que queria muito conhecer. Como fomos lá justamente no dia 25.12 achamos melhor deixar para usufruir de ambos nos próximos dias pois imaginamos que estariam mais vazios.

Pista de Patinação no Parque

Pista de Patinação no Parque

Banhos/Piscinas com águas termais Szécheny

O terceiro dia foi dedicado a uma caminhada por Pest, na parte mais próxima a ponte Lánchid. O objetivo principal era chegar próximo ao rio, ver a vista do castelo e caminhar, caminhar e caminhar apreciando assim a arquitetura da cidade que é simplesmente divina. Fiquei muito impressionada com a limpeza e organização. Tinha lido uma reportagem no site da folha que comentava que até os bueiros da cidade eram bonitos e devo dar toda a razão. Outra coisa que me impressionou muito foram as inúmeras obras de arte espalhadas pela cidade, gosto muito quando as obras são colocadas dessa forma, interagindo com o meio onde são inseridades e, não puder resistir a algumas fotos.

Vista de Buda a partir de Pest

Arquitetura da cidade

Arquitetura da cidade

Arquitetura da cidade

Esculturas

Até os bueiros são bonitos

Outro ponto alto naquele dia foi o restaurante onde jantamos, mais uma dica preciosa da minha amiga, e o melhor de tudo, muito próximo ao hotel onde estavamos. Gostamos tanto que voltamos mais uma vez. O Menza é ótimo para comer comida típica húngara mas está longe daquele ambiente normalmente turístico. Vale muito a visita! Tudo por lá é ótimo, da comida, à sobremesa e a carta de vinhos.

O cardápido escolhido por mim naquele dia foi também recomendação da minha amiga o Pörkölt with galuska. O pörkölt é na verdade erroneamente conhecido como Gulash enquanto o galuska e um parente do spatzle, um tipo de gnhocchi pequeno como se diz aqui na Itália. Outro ponto alto foram os vinhos húngaros, muito bons!!! Confesso que não esperava por vinhos de qualidade e preços tão bons. Gostei muito do kekfrankos (tinto) mas sem dúvida o mais famoso é o Tokaj (branco e doce). Esse infelizmente não provei porque vinho doce não é definitivamente  minha praia.

Menza

Pörkölt with galuska

Creme de queijo com geléia de Romã

No terceiro dia, mais uma vez, caminhamos mais um pouco  pela cidade mais precisamente do nosso hotel até um dos cartões postais que é o prédio do parlamento, e de lá até a ilha Margitsziget cruzando a ponte que leva até ela. Da ilha fomos até Buda e aproveitamos para tirar mais umas fotos do prédio do parlamento pois sem dúvida a vista dele de Buda é bem mais bonita.

Saímos dalí em direção aos banhos  Széchenyi, mais uma vez segui as dicas da minha amiga que me disse que esses banhos eram ótimos pelas piscinas a céu aberto de 36 e 38 graus. Devo dizer que ela tinha toda a razão, adorei, principalmente a de 36 graus que além de ser a céu aberto, em pleno inverno, tinha vários tipos de duchas e correntes de água. Muito diferente! E, diferente do que tinha pensado, apesar de ser 26.12, o lugar estava cheio. Enfim, um passeio típico das famílas da região.

Nyugati – estação de trens

Esculturas

A ilha com destaque para um tapetinho especial para corridas

Parlamento

Hall de Entrada Banhos Széchenyi

Area aberta com as piscinas dos Banhos Széchenyi

O quarto dia foi dedicado a região de Buda e ao mercado central.  Mais uma vez caminhamos do hotel até o Castelo, iniciamo na Andrássy st, a avenida chique da cidade, passando pela Ópera e pelos seus prédios, com mais uma parada na Basílica, seguindo até a ponte que dá acesso a região que possui como principais atrações o Castelo, o Palácio, a Igreja Mátyás e o Bastião dos Pescadores além é claro, da vista de Pest. Aqui fica a dica de ir até lá em um dia de sol ou em que o céu esteja mais aberto, se der é claro, porque a vista é muito bonita. Eu infelizmente só me dei conta disso depois😦 , dá para notar pelas fotos…rs…

Pest visto de Buda, uma tentativa…

Igreja Mathias

Bastão dos Pescadores

No mercado Nagyvársárcsarnok mais uma vez a organização e a higiene impressionam. Alí também é bacana pela comida típica e pela qualidade do artesanato. Assim nesse dia resolvemos voltar caminhando do mercado até o hotel e passamos pelas ruas mais centrais de compras da cidade. Mais um passeio agradável com direito a uma perdidinha básica pelo meio do caminho onde acabamos encontrando a famosa Sinagoga, uma das maiores da Europa.

À noite, seguindo mais uma vez as dicas que tinha recebido, voltamos à região do mercado, mais precisamente a um PUB chamado For Sale, muito apreciado pela sopa de goulash. Mas cuidado, li algumas recessões dizendo que as porções eram grandes mas na verdade não é bem assim, não são grandes são enormes! De qualquer forma isso vale mais para os pratos do que para a sopa.

O Mercado Nagyvársárcsarnok

O artesanato

O quinto dia foi dedicado a House of Terror. Confesso que estava com receio depois da experiência do Checkpoint Charlie Museum em Berlim porém na verdade o que vi por alí foi justamente o que esperava de Berlim servindo assim para confirmar a minha impressão sobre ambos os locais. Um museu muito moderno que conta de uma forma muito artística todo um período muito triste e pesado da história do país.

Escultura relembrando a Cortina de Ferro em frente a House of Terror

Depois do museu ficou a tentativa frustada de patinar no gelo. Chegamos no parque e a fila para esquiar era gigantesca. Sem falar que estava lotada e que eu, com toda a minha experiência em patinação…rs…, não poderia me aventurar. Me arrependi profundamente de não ter ido no no dia 25, buááá!

No sexto e último dia era hora de ir embora mas acordamos cedo e tentamos mais uma vez ir até a pista de patinação. Mais uma frustação, a pista estava lotada às 10 horas da manhã.

Adorei a viagem e apesar do frio recomendo muito!! Não posso dizer que foram dias ensolarados, na verdade em só um deles o sol deu as caras, o que dá pra notar pelas fotos.  Porém, já escrevi isso e repito, acho que viajar pelas capitais européias no inverno é bacana porque você vê melhor como ele é, isto é, você vê a vida do dia-a-dia na cidade. Apesar de ser período de Natal fiquei impressionada com a quantidade de turistas, muitos deles italianos e japoneses. Além disso usufruir das piscinas à céu aberto nos dias de neve e esquiar em uma pista de patinação de gelo construída próxima a um lago são coisas que não tem preço e que só podem ser feitas no inverno.

Outra coisa boa são os preços, achei que ainda são pouco inflacionados quando comparados com as capitais européis mesmo do leste, como Praga, e na baixa temporada eles ficam melhores ainda. Talvez seja porque ainda não tenham entrado com o euro mas não tenho certeza, de qualquer forma, se for por isso, mãos à obra para aproveitar porque a previsão de entrada é em 2012.

Sites e Blog consultados para montagem do roteiro: Video YouTubeBudapest Tourist GuideFodorsCadernos de Viagem.

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18 comentários sobre “Budapeste e Bratislava

  1. marcelo caetano disse:

    Para comprar ticket de onibus pra ir da Bratislava até Budapest pelo site studentsagency .
    Noa consigo achar um site pra comprar viagem de trem!!
    Qual estação devo embarcar na Bratislavia e qual desembarcar em Budapest. Ficam longe dos centros dessas duas cidades? tem facilidade de transportes como tram ou metro pra se locomover com as malas?
    por fim quantas horas leva esse percurso de onibus?

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    • planejandoaviagem disse:

      Olá Marcelo,

      para viagens de onibus você pode comprar através da student agency, para viagens de trem posso te recomendar a Rail Europe.
      As estações de partida e chegada podem variar em função do trem que escolheres. A viagem de ôninus que fiz durou cerca de 2 horas e 15 minutos. De trem deverá durar em torno de 02 h e 45m.

      Abraços,

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  2. Alessandra disse:

    Olá
    Chegarei em Budapeste no dia 24 e ficarei perto da igreja de São Estevão. A feira que fica na frente fica aberta até que horas? Ela também abre no dia 24? Já quero me programar para ceiar lá! Adorei a foto do frango com páprica que você postou!
    Obrigada pela dica!
    Alessandra

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  3. Emilie disse:

    Olá, gostei muito do Blog, estamos programando nossa ida para Budapeste em 12/12/13. Tenho uma dúvida sobre o cambio? Em Budapeste é aceito o euro no comercio, restaurantes, banhos, etc? ou terei que cambiar antes?

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    • planejandoaviagem disse:

      Ola Emilie, obrigada! Vc terá que ter Florim Hugaro (HUF) pois a Hungria ainda não adotou o euro. No meu caso tinha um VTM carregado em euros e fiz um saque em florins hungáros no aeroporto sem problemas. Abraços.

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      • Aninha disse:

        Posso acrescentar? Acabamos de voltar de Budapeste e pela primeira vez não utilizei o VTM e sim meu Cartão de Débito Internacional liberado para uso no exterior antes da viagem. Funcionou muito bem, a vantagem é que vc retira em Florint em qq caixa eletrônico e há muitos naquela cidade apaixonante. O dinheiro sai direto da sua conta e vc só paga 0,38 de IOF (câmbio do dia) e uma taxa de retirada de 9 reais (Itaú). No Aeroporto cambiamos somente 10 euros para comprar as passagens. Espero ter ajudado. Aninha

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  4. lilian disse:

    Olá! Seu blog é muito bem elaborado e o conteúdo é excelente! farei Praga a Budapeste de ônibus e estou pensando em parar em Bratislava ( chego 11:55 e saio às 19:45 ). Vc acha que vale a pena? Outra dúvida: estes ônibus da Student agency para em um lugar muito estranho em budapeste ( pelas fotos). O q vc acha? Será que é facil pegar taxi para o hotel?

    Obrigada!

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  5. ana maria disse:

    Gostei do seu Blog e vai de encontro aos nossos planos de ir a Budapeste e Praga, pensamos em parar um dia e meio em Bratislava, mas estou na dúvida se vale a pena porque teriamos que ficar somente 2 dias e meio em Budapeste. Acho que esta cidade merece mais dias, vc concorda? Bratislava é assim tão interessantte? Obrigada

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    • planejandoaviagem disse:

      Oi Ana Maria, obrigada pela visita. Como não tens muito tempo e, em uma parada de 1 dia e meio se perdem horas preciosas, eu daria preferência a Budapeste. Só pararia ali se fosse necessário. Bratislava é muito pequena, é bonitinha e tudo, mas não tem como comparar com Budapeste. Abraços

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