Assuntos e Destinos do Planejando na WTM LA 2013

Como já postei anteriormente semana passada tive o privilégio de participar da World Travel Market Latim America, uma das maiores feiras de turismo do mundo. Eram mais de 1.200 expositores, espalhados por inúmeros metros quadrados. Realmente de impressionar, ainda mais no meu caso, marinheira de primeira viagem.

Além de me impressionar com tudo aquilo que vi e desejar viajar para cada canto visitado ou avistado na feira, consegui garimpar algumas informações sobre sobre os destinos e assuntos abordados pelo blog e queria compartilhar.

Tudo começou pela Itália. Que na minha opinião teve uma participação muito acanhada se resumindo ao Veneto e a uma luxuosa Toscana. Achei a abordagem do Veneto correta, usaram Veneza para chamar a atenção mas queriam mostrar que o Veneto não é só Veneza, que também tem cidades de arte como Verona, Vicenza e Padova, montanhas de inverno, como a famosa e pomposa estação de esqui italiana Cortina D’Ampezzo (essa ainda na minha wish-list), e lagos como o de Garda.

O Veneto na WTM LA 2013

O Veneto na WTM LA 2013

Tive a oportunidade de conversar com um representante da TrenItalia que me informou sobre uma parceria recente com a TTOperadora para a venda de bilhetes no Brasil. Fui procurá-los e obtive a confirmação, eles fazem a venda  online através do site e todo o pós venda no Brasil com atendimento em português para quem compra o bilhete com eles.

Segundo ambos os representantes os preços praticados eram os mesmos com eventuais taxas. Fiz uma simulação de compra no site da TTOperadora e não achei a interface tão boa como a da própria TrenItalia. Na minha simulação para 16.06.2013, trem das 08:25 da manhã, a  TrenItalia oferecia 3 opções de tarifas para o bilhete de ida na classe stantard (2 classe), conforme figura abaixo.

Simulação TrenItalia

Simulação TrenItalia

Já a TTOperadora me ofereu somente a tarifa base (a tarifa mais flexível que permite alterações, reembolsos, etc). Nessa simulação as taxas cobradas pela TTOperadora, com bilhete de ida e volta (cada a 43 euros), somavam 45 euros no total.

Simulação TTOperadora

Simulação TTOperadora

Procurei em vão o stand da Croácia, não encontrei, acho que eles não foram. Também senti falta de destinos como Portugal, França e Inglaterra. Representando a Turquia um estande grande, afinal a Turquia está na moda, o destino mas divulgado me pareceu a Capadócia, acho que porque fiquei com o nome da agência na cabeça, Rocky Valley.

A Alemanha foi uma grande surpresa, investiu pesado, um dos maiores estandes, um dos patrocinadores oficiais do evento e muito focado em turismo jovem. Um dos poucos estandes focados nesse nicho. Ouvi um representante falar e assino em baixo, a Alemanha oferece um excelente custo-benefício.

Fotinho no estande da Alemanha.... ai que saudades de Berlim!

Fotinho no estande da Alemanha…. ai que saudades de Berlim!

Em se tratando de América do Sul dei uma atenção especial ao Chile e ao Uruguai. No Uruguai me informei sobre voos para Rivera mas parece que a rota nenhuma saí tão cedo porque o aeroporto está em reformas devido às condições ruins da pista. Segundo a BQBus, eles avaliam a possibilidade, no futuro, de voos de Porto Alegre ou mesmo de Curitiba para Mondevidéu com escala em Rivera. Por enquanto teremos que nos contentar com a rota deles de São Paulo a Montevideú.

O Uruguai na WTM LA 2013

O Uruguai na WTM LA 2013

Visitei também o stand do Chile. Queria informações sobre as estações de esqui. No momento estou planejando uma viagem de esqui e queria informações sobre transporte público entre as cidades e as estações de esqui. Infelizmente, das estações pequisadas, a única com acesso através de transporte público foi Pucon. Acho tão chatinho isso, praticamente obrigam você a alugar um carro ou pagar os “agiados” transfers.

Praticamente obrigam você a pagar mico também, vai que se ganha uma pacote para esquiar no Chile…risos.

A novidade em máteria de esqui no Chile foi Corralco. Como o resort/estação de esqui está sendo inaugurado nessa temporada está oferecendo 30% de desconto sobre as tarifas. Está nascendo pequeno em termos de pistas assim me parece ideal para inciantes ou para se ficar pouco tempo pois alí eles permitem estadias menores que 7 dias.

Corralco

Corralco

Saindo um pouco dos destinos e dos temas já abordados pelo blog queria comentar sobre algumas coisas que fizeram sucesso na feira. Primeiro a demonstração da primeira classe new diamond da Etihad, que estará disponível em voos diários do Brasil a partir de julho. Um luxo só, são tantos os detalhes, só para dar um idéia, os produtos da necessaire feminina são da La Prairie. O video abaixo dá uma boa idéia.

Eu que já achei o máximo voar na econômica da Emirates fiquei sem palavras com a demonstração. Segundo as comissárias o valor da passagem é em média 8 x superior ao da classe econômica.

Bacana também era a experiência sensorial gastronômica no estande da Dinamarca, eu fiquei só na vontade 😦  O país tem um número significativo de restaurantes estrelados Michelin e está investindo na divulgação do turismo gastronômico. Além disso, possuem um dos melhores restaurantes do mundo, segundo a Restaurant Magazine.

Além dessas, outras coisinhas também são sonhos de consumo meus como uma expedição pela Antártida ou Ártica, uma viagem exótica em trem de luxo, que agora dá para fazer pelo Brasil,  ou mesmo um cruzeiro a bordo de um dos navios do Regent Seven Seas Cruises. Enfim, coisas suuuuper simples mas… vai que um dia capita!!

Delírios de Consumo de Michele Capiotti

Delírios de Consumo de Michele Capiotti

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A Piccola Série de Posts sobre a Turquia

Fiz essa viagem 100% desempacotada e, para passar todas as dicas, roteiros e experiências sobre a Turquia, digamos que exagerei um pouco na quantidade de posts. Daí, para facilitar, resolvi fazer esse post resumo com a listinha, ordenada de acordo com meu roteiro, de todos os posts que contam tudo daquilo que planejei e vivenciei por lá.

Planejamento

Istambul

Mar Egeu (Bodrum, Gumbet e Kusadasi)

Capadócia

Geral

Almanya – Bem-vindos à Alemanha

Hoje escrevo um post curtinho que encerra meus posts sobre a Turquia. Agora tenho que praticar o desapego deste maravilhoso país, snif!! É uma dica de diversão garantida para quem está a fim de ver uma boa comédia.

Ainda não tinha postado nada sobre uma outra grande paixão minha que é o cinema. Para minha sorte minha mãe é dona de videolocadora e eu tive a oportunidade de conviver muito intensamente com todo esse universo desde adolescente. Adoro ver um filme! Se você entrar comigo em uma videolocadora provavelmente vai ter que me tirar a tapa lá de dentro…risos.

Já fui muito exigente em relação à filmes mas hoje tenho um olhar diferente, que varia de acordo com o que estou com vontade de ver no dia. Tem dias de filmes despretenciosos, mais para rir ou chorar do que qualquer outra coisa, dias de ação, dias de filmes sérios ou históricos porém, quase todo dia é dia de viajar com os filmes, dê preferência para fora dos EUA e com os europeus. Não perco a oportunidade de ver um filme europeu com locações diferentes, atores diferentes, língua diferente e melhor ainda se for em alguma cidade que tenho curiosidade de conhecer ou vontade de rever.

Nunca esqueço do meu primeiro filme francês, na verdade o segundo porque no primeiro eu dormi, quando a polícia chegou ela era diferente, estava tão abituada aos filmes americanos que me dei conta que esperava a polícia americana.

Enfim, sou viciada e amo falar sobre o assunto, então melhor parar por aqui para não me alongar. A dica é do filme que dá nome ao post. É um filme europeu de uma cineastra alemã de origem turca que retrata a saga de uma família turca que parte para a Alemanha. É interessante, é praticamente um gênero cultural, um filme de imigração, onde ambas as culturas tem suas diferenças retratadas pelos imigrantes recém chegados.

Viajei com esse filme, e o mais legal que não foi só para a Turquia mas também para Berlim. Quem não foi visitar o bairro turco em Berlim e não ficou impressionado com seu tamanho e diversidade cultural? Então, mãos a obra ver o filme porque além de viajar com ele, se aprende muito culturalmente.

Segue o trailler que está no youtube:

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Turquia: Custos de uma viagem totalmente desempacotada

Antes de ir para a Turquia achei uma página na internet onde o autor relatava, em Italiano, os principais custos/preços das coisas em sua viagem para Istambul. Usei essa página ,e também uma outra, para ter uma idéia dos preços praticados e agora deixo aqui registrado, para os planejadores de plantão, os preços das coisas na Turquia nos locais por onde passei.

Obs: fora o taxi todos os demais custos, quando não especificado, são por pessoa e por trajeto.

 HOSPEDAGEM

Como comentei no post sobre o planejamento da viagem tinha estabelecido um teto de 60 euros para um casal por noite e não tive nenhuma dificuldade de encontrar hotéis no padrão 3-2 estrelas nesse preço em todas as cidades turcas por onde passei. Para mais detalhes sobre os hotéis e os preços praticados recomendo a leitura dos pots específicos.

 TRANSPORTE PÚBLICO

Acostumada com o tickect do metro de Roma a 1 euro (2,5 reais) e, integrado, achei o preço dos bilhetes em Istambul mais salgadinhos mas ainda assim convenientes. 1 jeton custava 2 LT (liras turcas, aprox. 2 reais), porém dava direito a um trecho sem integração, isto é, se você tivesse que trocar do metro para o tram e depois para o funicular precisaria de 3 jetons. A maioria dos trechos exigia ao menos uma troca. Ainda em Istambul o transporte público fluvial que utilizamos para ir até Kadikoy custou 4 LT.

De Bodrum à Gumbet a minivan (dolmus) custou 3 LT.

Em Kusadasi as minivans(dolmus) para se locomover entre os principais pontos da cidade custavam 2,25 LT.

 TRANSPORTE INTERMUNICIPAL

A ida à Éfeso, de Kusadasi à Selcuk parando em Éfeso, custou 5 LT.

Para ir a Pamukkale, pagamos 25 LT de Kusadasi à Denizli e depois 5 LT de Denizli à Pamukkale 5 LT.

Já na Capadócia utilizamos o transporte intermunicipal para ir até a Cidade Subterrânea. Assim de Goreme à Nevsehir pagamos 2,5 LT e de Nevsehir à Derinkuyu 5 LT. Ainda na Capadócia de  Goreme à Urgup nos custou 2,5 LT.

 TRASLADOS

Em Istambul, do Aeroporto de Ataturk ao Hotel em Sultanahmet fomos com transporte público, 2 jetons por pessoa. Do mesmo hotel ao Aeroporto Sabiha Gokcen foram 10 euros.

Em Bodrum, do aeroporto à rodoviária, com o ônibus da Pegasus Arlines foram 10 LT.

De Kusadasi ao aeroporto de Izmir, com a Last Minute Travel (parceira da Pegasus) foram 20 LT.

Na Capadócia, do aeroporto de Kayseri à Goreme, fomos com a PeerLess (parceira da Pegasus Airlines), por 19 LT e voltamos com a Argeus (parceira da Turkish), por 17 LT.

 TAXI

Pegamos muito pouco taxi, foram somente duas corridas.

Em Istambul, o taxi do Ibis Aeroporto até o Aeroporto custou em torno de 23 LT.

Em Kusadasi, do porto até a estação de ônibus, às 4 da madruga, pagamos 15 LT.

 ENTRETENIMENTO (preço dos principais museus e passeios)

A maioria das atrações pareciam terem preços tabelados.

Em Istambul o Haga Sophia e Topkapi custaram 25 Liras Turcas. No Topkapi para ver o Harem paga-se um adicional de 10 LT. A Cisterna também custou 10 LT. Enquanto o barco no porto que faz o tour pelo Bósforo custou 12 LT.

Na Capadócia o Museu a Céu Aberto de Goreme também custou 25 LT, no entanto para ver a Dark Church para-se um adicional de 8 LT. A Cidade Subterrânea custou 20 LT e o passeio de balão 90 euros.

A entrada em Pamukkale custou 20 LT e em Éfeso 25 LT.

As Mesquitas são gratuitas em todas as cidades.

Na maioria das praias onde fomos não se pagava nada pela cadeira e barraca de praia/guarda-sol bastava consumir um valor que girava de 8 à 10 LT (para duas pessoas).

 ALIMENTAÇÃO (preços de refeições de bebidas)

Refeição rápida (lancherias, kebaberias e suas inúmeras variações) – de 4 a 8 LT.

Uma refeição em um restaurante padrão normal – de 15 a 25 LT por pessoa.

Cerveja ou taça de vinho da casa – de 5 à 12 LT.

Chá  – de 1 à 3 LT.

Café Turco – de 3,5 à 6 LT.

Ayran – de 1 à 3 LT.

Aguá – cheguei à conclusão que era tabelada. Tanto nos inúmeros vendedores ambulantes quantos nos mini-mercados custava 0,5 LT cada meio litro. Só encontrei por menos em um supermercado maior porém eles são mais difíceis de encontrar.

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Pamukkale – O Castelo de Algodão

Depois de Éfeso desempacotada e com transporte público foi a vez de encarar a ida de Kusadasi até Pamukkale, na Turquia, também desempacotada mas com ônibus intermunicipal de uma empresa privada da região, a Pamukkale.

Ônibusda Pamukkale para Pamukkale

Ônibusda Pamukkale para Pamukkale

Ao planejar observei que a distância não era tão grande porém, com o uso de ônibus, o tempo de viagem aumentou. Acredito que isso se deva ao respeito aos limites de velocidade e as paradas nas diversas cidadezinhas do caminho. A distância mais curta entre Kusadasi e Pamukkale é de 185 km porém com ônibus intermunicipal não é possível ir direto, é necessário ir até Denizli e de lá pegar uma minivan (dolmus) até Pamukkale, assim foram 186 km até Denizli e depois 20 km de Denizli à Pamukkale.

Chegamos na rodoviária de Kusadasi na hora em que o ônibus estava saindo e por muito pouco, graças a uma corridinha minha, não o perdemos. Saímos de Kusadasi às 09:00 da manhã e chegamos em Denizli 3 horas e 15 minutos depois. A viagem foi tranquila. A estrada é praticamente uma reta e os ônibus, como já comentei, são muito confortáveis. Possuem serviço de bordo, internet, serviço de entretenimento e ar condicionado. Só falta mesmo o banheiro.

Logo ao chegar na estação de ônibus de Denizli já se avistam as minivans que levam, em 30 minutos, até Pamukkale. Precisamos esperar 15 minutos pela minivan e foi bom porque aproveitamos para almoçar, nos informar sobre os horários de retorno e comprar as passagens de volta. A menos que não quizéssemos dormir por alí retornaríamos no ônibus das 18 e portanto, na minivan das 17.

Às 13 horas cruzávamos o portão inferior de entrada no parque. Depois vimos que existe um estacionamento e uma entrada na parte superior, próximo ao Museu.

Vista da entrada do parque

Vista da entrada do parque

No foto acima, à esquerda, fica uma estrutura com piscinas que não faz parte do complexo. É na verdade um hotel, talvez uma boa opção de hospedagem na região.

Com os relógios devidamente sincronizados tínhamos quatro horas para aproveitar o Castelo de Algodão. E foram 4 horas mágicas! O lugar é muito diferente de tudo que já tinha visto até então. Chegamos no forte do sol, estava bem quente mas isso não nos impediu de aproveitar até porque a temperatura da água é muito agradável.

Piscinas em Pamukkale

Piscinas em Pamukkale

Fiquei impressionada porque vi muitas pessoas sem trajes de banho. Foram para conhecer e caminhar. Que pena! Lá pelas tantas tinham uns e umas que não resitiam e se jogavam de vestidos e bermudas. As piscinas podem e devem ser aproveitadas! É verdade que as piscinas onde se pode tomar banho não são naturais (foto acima), foram construídas para esse fim, para preservar os terraços originais (foto abaixo), que estavam sendo degradadas pela má exploração do tursimo; porém isso não prejudica o passeio.

Terraços

Terraços

Piscina

Piscina

Ao planejar a viagem cheguei a pensar em não ir porque imaginei que a água fosse quente e com quase 37 graus de temperatura ambiente a minha pressão iria parar na sola do meu pé. Mas nada disso. A temperatura da água é ótima e o fundo das piscinas é um pouco argiloso, muito bacana a sensação.

Entramos pela entrada inferior e cruzamos todas as piscinas e terraços até o nível superior. Como a áera é escorregadia você tem que andar devagar e com os pés descalços e isso toma um certo tempo. É importante andar com cuidado para não levar um tombo ou coisa pior.

Pamukkale

Pamukkale

É lindo de ver, tudo branquinho, com  aguá escorrendo pelo calcário já acumulado. O difícil é tirar  fotos. Tudo brilha muito. Olhando parece até neve! Nada mais apropriado que o próprio nome, que em português, significa Castelo de Algodão.  Além do bikini não esqueça os óculos de sol, o protetor solar e algo para se cobrir, pois com tanto entra e sai de piscina em piscina o protetor vai saindo junto. Minha canga foi minha salvação senão eu é que viraria um kebab.

Lá de cima, o panomara do vale também surpreende. Um ótimo lugar para relaxar.

Vista do Vale

Vista do Vale

Os romanos já sabiam das propriedades da água da região tem longa data, tanto que estabeleceram alí uma cidade. A Hierapolis. Hoje o sítio arqueológico dessa antiga cidade grego romana pode ser visitado e também o museu que abriga artefatos históricos.

Hierapolis

Hierapolis

Hierapolis

Hierapolis

Próximo à entrada do Museu e do sítio arqueológico uma área de lazer com uma piscina de água natural, a “Sacred Pool”, restaurantes e diversos tipo de serviços.

Infra estrutura

Infra estrutura

Sacred Pool

Sacred Pool

A piscina é bem interessante. Além de ter água termal, ela possui ruínas da antiga cidade, que podem ser vistas na fotos, são colunas de mármore que cairam em função da ação do tempo. É interessante também a vista, ao fundo avistam-se as ruínas do sítio arqueológico.

Em função do tempo curto e por termos priorizado as piscinas da outra parte, não conseguimos aproveitar a Sacred Pool nem conhecer o sítio arqueológico mas como esse não era o foco inicial do passeio, na verdade, também desconhecia essa parte, digamos que não doeu ter de deixar para uma outra oportunidade.

Os que pretendem fazer esse passeio com excursão podem também ficar sem tempo para fazê-lo se não priorizarem ou otimizarem seu tempo.  Pelo que pesquisei em Kusadasi antes de optar pelo “desempacotamento” até as excursões levam cerca de 4 horas para chegar e ficam em torno de 4 horas no lugar.

Fazendo um balanço, em termos de tempo, a ida desempacotada com ônibus intermunicipal é praticamente igual ao pacote/excursão. No entanto o primeiro pode gerar uma tensão adicional em função dos horários justos porque não existem muito horários disponíveis ligando Denizli à Kusadasi. Em termos de custo gastamos um pouco menos, lembro que o passeio custava 80 euros por pessoa e da forma como fizemos a economia foi de 20%.

Para aqueles que querem aproveitar todas as atrações com calma sugiro dormir uma noite em Pamukkale, a cidade é bem pequena, não tem muitos atrativos e quando fui era cercada de coreanos por todos os lados porém o que importa mesmo ali é o parque natural. Nesse caso acho que é indiferente ir de ônibus ou carro. No entanto se fosse fazer de novo um bate e volta talvez alugasse um carro, assim não teria a questão dos horários apertados somente o problema do cansaço da volta porque depois de tanto sol e tantos banhos devo dizer que foi ótimo apagar no bus!!

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